terça-feira, 14 de maio de 2013




OS MISTÉRIOS DOS ESPELHOS

 "Espelhos. Eles existem desde remotas épocas e são talvez os objetos mais preferidos pelas mulheres. Eles servem, não somente para auxílio à estética, mas também são utilizados como itens de segurança em veículos e sistemas de alarme. Mas os espelhos teriam somente funções físicas e materiais? Segundo inúmeros relatos de pessoas pelo mundo e também de místicos, existem muitos mistérios no interior dos espelhos, podendo inclusive servirem de portais para outros mundos. Portanto, cuidado ao olhar para um espelho, principalmente à noite e em lugares solitários. Você nunca poderá saber o que irá ver, ou o que poderá acontecer!"

Desde antigas épocas, os Espelhos são alvo de preocupação para pessoas de diversas culturas e religiões, devido ao fato de se acreditar que estes tão comuns objetos de decoração e utilidade existentes em residências e estabelecimentos comerciais, são na realidade uma espécie de "Portal" que ligaria nosso mundo ao além, ou então à outra dimensão, e também devido à sua utilização em magias e feitiçarias diversas.

Até em estórias infantis, como no clássico "Branca de Neve", existe o famoso espelho que conversa com a malvada rainha, sendo questionado por ela: "Espelho, Espelho meu, existe no mundo alguém mais bela do que eu?" Sendo que o espelho sempre lhe dá a resposta esperada.

Seja por superstição antiga, ou através da ficção gerada por obras literárias, desenhos animados ou filmes, os espelhos sempre são tratados por muitas pessoas como algo misterioso. Mas existe na realidade algo de anormal com os espelhos, ou seria apenas fruto da imaginação popular, provocado por lendas espalhadas através do tempo?

A seguir serão apresentados fatos e teorias a respeito dos espelhos, o que talvez permita que se consiga chegar à uma conclusão final sobre esses interessantes e indispensáveis objetos, os quais são instalados nos locais mais íntimos de lares, hotéis, motéis e até em estabelecimentos comerciais.

O Caso "Nancy Fieldman":

Nancy Fieldman era uma moça bonita e inteligente, de origem humilde que trabalhava em uma mansão na Inglaterra, juntamente com sua mãe por volta do ano 1870.

Segundo a história, o dono da mansão onde Nancy e a sua mãe trabalhavam, era um homem com sérios problemas de personalidade, um "psicopata" sem escrúpulos, que as tratava muito mal, deixando-lhes apenas as sobras dos seus jantares e um quarto frio onde as duas se acomodavam durante a noite, naquela mansão com inúmeros quartos quentes que ficavam trancados para o uso apenas dos hóspedes e convidados.

Devido ao tratamento desumano e também a uma anemia profunda, a mãe de Nancy veio a falecer, deixando à sua filha, os seus únicos bens materiais, que eram: uma pequena boneca de pano e um espelho emoldurado em mármore, deixado pelo seu pai com o seguinte dizer: "Serei o reflexo da tua alma onde quer que esteja" (gravado na parte inferior do espelho).

Nancy era uma moça tímida, porém muito sorridente. Entretanto, com a morte da sua mãe, Nancy entrou numa forte depressão e queria abandonar a mansão. O dono da mansão ao saber das suas intenções, trancou a menina no porão, de onde ela não podia sair, e o que era pior, a garota passou a ser violentada todas as noites naquele lugar. Certo dia, cansada desse sofrimento e sentindo muitas dores, Nancy tentou reagir às agressões a que era submetida, e deu um golpe com sua boneca de pano na cara do homem.

O dono da mansão, muito revoltado com a moça, esbofeteou-a e asfixiou-a com a própria boneca. A menina derrubou o espelho que sua mãe havia lhe deixado ao se debater no chão, e ainda sem ar disse suas últimas palavras:

"Serei o reflexo da tua alma onde quer que esteja...".

Semanas depois o homem foi encontrado com os cabelos completamente grisalhos, morto sem explicação, e com um pedaço do espelho entre as mãos. Até hoje a morte desse homem tem sido um mistério. Dizem que muitas pessoas morreram ou ficaram loucas após se apoderarem daquele pedaço de espelho e muitos dizem ver o reflexo da pequena Nancy refletido através dele.

A Lenda de Bloody Mary:

Em 1978, o especialista em folclores, Janet Langlois, publicou nos Estados Unidos uma lenda que até hoje aterroriza os jovens do mundo inteiro, principalmente da América. Trata-se de Bloody Mary, conhecida também como A Bruxa do Espelho, um espírito vingativo que surge quando uma jovem, envolta em seu cobertor, sussurra, à meia-noite, com a iluminação de velas, diante de um espelho, 13 vezes as palavras Bloody Mary.

Segundo a lenda, após a pronúncia da frase por 13 vezes, o espírito de uma mulher cadavérica surge refletido no espelho e mata de forma sangrenta e violenta as pessoas que estão no local. Há quem diga que Mary foi executada há cem anos atrás devido à prática de magia negra, mas há também uma história mais recente envolvendo uma bela e extremamente vaidosa adolescente que, devido a um terrível acidente de automóvel, ficou com a face completamente desfigurada. Sofrendo muito preconceito, principalmente de seus amigos e familiares, ela decidiu vender a alma ao diabo pela chance de se vingar dos jovens que cultivam a aparência.

Muitos confundem a lenda da bruxa do espelho com a história da Rainha Maria Tudor (Greenwich 1516 - Londres 1558), filha de Henrique VIII e de Catarina de Aragão. Tendo se tornado rainha em 1553, esforçou-se para restabelecer o catolicismo na Inglaterra. Suas perseguições contra os protestantes valeram-lhe o cognome "Maria, a Sanguinária" (Bloody Mary). Em 1554, desposou Filipe II da Espanha. Essa união, que indignou a opinião pública inglesa, ocasionou uma guerra desastrosa com a França, que levou à perda de Calais (1558). Dizem que a Rainha, para manter a beleza, tomava banho com sangue de jovens garotas, mas é um fato não confirmado em sua biografia.

No princípio da década de 70, muitos jovens tentaram realizar o ritual pois era comum nas casas suburbanas a presença de longos espelhos nos banheiros sem janelas e com pouca iluminação. Há um caso famoso de uma jovem nova-iorquina que dizia não acreditar na lenda, mas após realizar a "mórbida brincadeira", levou um empurrão (é o que os familiares dizem), quebrou o lavatório e foi encontrada em estado de coma. A jovem ainda vive nos EUA, mas sua identidade não é divulgada para evitar o assédio de curiosos.

Por que ainda hoje as crianças racionais continuam a chamar pela Bloody Mary, arriscando a vida diante de uma possível tragédia? O escritor Gail de Vos traz-nos uma explicação: "As crianças com idade entre 9 e 12 anos vivem numa fase que os psicólogos chamam de síndrome de Robinson. Este é o período em que as crianças precisam satisfazer seus desejos por aventura, arriscando-se em rituais, jogos e em brincadeiras no escuro. Eles estão constantemente procurando um modo seguro de extrair prazer e desafiar seus medos.

Seria "Bloody Mary" uma lenda, ou seria realidade? Na dúvida, é melhor não envocá-la, pois ela poderá atender seu chamado, e as consequências poderão ser trágicas.

Espelhos Negros:

Considerado uma ferramenta de scrying e divinação, o espelho negro provou também ser um instrumento de contato e comunicação com os espíritos e consciências dos mortos. O espelho negro é feito de algum material próprio como ônix ou mesmo um vidro pintado com alguma tinta negra e reflexiva. Que os espelhos podem ser portais para o reino dos mortos ou mesmo do inferno não é nenhuma teoria nova. Os hebreus antigos acreditavam que os espelhos podiam ser entradas para as cavernas de Lilith e suas súcubus. Mulheres jovens eram portanto desencorajadas a usar espelhos, pois poderiam ser possuídas por essas demônias que as levariam a ter relações sexuais com os homens que dormiam na casa.

Espelho Negro utilizado em Magia

O Espelho Negro é considerado uma ferramenta de magia com a qual os demônios da mente e o estado de auto-transformação podem ser conseguidos através do encantamento de si mesmo e a abertura da imaginação à imagens em seu reflexo. Em Goetia, o Espelho Negro é usado como uma ferramenta de comunicação entre o espírito preso ou o familiar após o ritual de evocação. O feiticeiro que convocou o anjo ou Demônio deve contê-lo apropriadamente no vaso e depois de um tempo evocá-lo novamente e usar o Espelho Negro para visualizar sua forma e demais impressões que ele enviar. Se um espírito goético específico está preso pelo magista como um familiar, então o Espelho Negro é a forma ideal de comunicação.

Alguns tem usado tábuas e métodos de divinação em frente aos espelhos para se comunicar com os espíritos, esta é uma técnica poderosa pois a pessoa essencialmente trás o reino astral/fantasmagórico para o plano físico.

Segundo os especialistas, o espelho negro é usado da seguinte forma:

1. Convocação do Espírito no Círculo de Evocação; 2. Enviar o Espírito para o receptáculo; 3. Usar o espelho para contatar o espírito depois que ele estiver preso. 4. Contactar o espírito antes de dormir para garantir uma comunicação mais detalhada – se tiver coragem.

[Goetia refere-se a uma prática que inclui a invocação e evocação de anjos e demônios. Baseia-se na tradição judaico-cristã na qual o rei de Israel, Salomão fora agraciado pelos anjos com um sistema que lhe dava poder e controle sobre os principais demônios da Terra e consequentemente a todos os espíritos menores governados por eles. Desta forma, o rei salomão, e posteriormente seus discipulos, teria toda espécie de poderes sobrenaturais, como invisibilidade, sabedoria sobre-humana e visões do passado e futuro.]

Criaturas Sobrenaturais e os Espelhos:

Sabe-se que muitos seres sobrenaturais não tem suas imagens refletidas pelos espelhos. Diz um mito: “demônios” e seres sobrenaturais, com vampiros, traem a sua própria natureza porque não tem sua imagem refletida em espelhos, enquanto as encarnações diabólicas não podem tolerar sua própria imagem e são destruídas no momento em que se vêem refletidas em um espelho. Por esse motivo os espelhos cumprem a função de amuletos que protegem contra seres satânicos. O mesmo se vê na Mitologia Grega sobre a Medusa, ser terrível que Perceu venceu usando a própria imagem refletida.

Espíritos e Criaturas do Além em Espelhos:

Desde remota antigüidade sabe-se que o significado dos espelhos excede o de simples função de refletir, em concordância com a uma antiga crença de que haveria uma correspondência mágica entre uma coisa e sua cópia. Por esse motivo várias culturas acreditavam, e acreditam até os dias de hoje, que os espelhos transcendem os limites de sua função habitual, chegando a ser capazes de aprisionar a alma ou a força vital da pessoa refletida. Por essa razão há um costume popular de algumas culturas que diz ser necessário cobrirem os espelhos da casa quando uma pessoa morre, para que a sua alma não permaneça presa na câmara mortuária, e assim ela tenha assim livre acesso ao além.

Talvez essa característica misteriosa dos espelhos, de aprisionar espíritos e permitir o contato com outros mundos, seja o motivo da ocorrência de inúmeros relatos sobrenaturais pelo mundo, onde inúmeras pessoas testemunharam visões de "espíritos" e de "criaturas bizarras" refletidas em espelhos, mas ao olharem em volta, nada viram. Seriam nesses casos, visões dessas criaturas do além que estariam presas dentro do "mundo dos espelhos".

Devido à este e outros fenômenos relacionados aos espelhos, que existe o aconselhamento para que os espelhos da casa sejam cobertos durante a noite, tanto para impedir o acesso de tais criaturas do além ao nosso mundo, como também para o que o espírito das pessoas que dormem, quando vagam livremente pelo mundo, não sejam capturadas dentro desse estranho portal, que são os espelhos.

Os Espelhos e o Sono:

Existem muitos conselhos e teorias que dizem para cobrir os espelhos do quarto à noite para que a pessoa possa ter um sono tranquilo e consiga descansar de uma forma mais harmoniosa. Existe a teoria, a qual diz que quando as pessoas dormem, seus espíritos saem e vagam durante a noite, sendo que esses "passeios" e "viagens" se refletem em sonhos e/ou pesadelos nas mentes dos adormecidos. Já segundo o "Feng-Shui", os espelhos devem ser cobertos durante a noite para se evitar a propagação de energias negativas no ambiente, as quais prejudicam o sono e não permitem que a pessoa descanse corretamente.

Já outras linhas de raciocínio, dizem que quando os espíritos saem dos corpos dos adormecidos à noite, e se deperam com espelhos, eles vêem a própria imagem flutuando no "éter", se assustam e voltam rapidamente para os corpos de origem, fazendo com que as pessoas acordem sobressaltadas, podendo provocar problemas emocinais ou físicos em quem passa por essa experiência. Segundo essa teoria, outra possibilidade também é a de que o espírito, ao se ver em frente ao espelho, se perca do caminho de volta, ficando perdido, fazendo com que a pessoa adormecida fique em estado de dormência eterna, ou chegando até a morrer. Por isso, cobrir os espelhos dos aposentos à noite, pode ser um bom cuidado à ser tomado para se evitar surpresas desagradáveis.

A História de Lilith 

Se Eva se acusou de ter atraído a morte, o pecado e a tristeza ao mundo, Lilith já era demoníaca desde que foi criada. Lilith surgiu do intento de compreender a diferença entre os mitos da criação de Gênesis, já que em sus primeira história em Gênesis 1, homem e mulher são criados iguais e conjuntamente, enquanto na segunda história, em Gênesis 3, a mulher é criada depois do homem e a partir de seu corpo. Segundo as lendas, Lilith era a primeira esposa, que era bem pior que a segunda. No entanto, a figura escolhida para desempenhar esse papel na lenda judia era originariamente suméria, a resplandecente "Rainha do Céu", cujo nome "Lil" significava "ar" ou "tormenta". As vezes se tratava de uma presença ambígua, amante dos "lugares selvagens e desabitados", associada também com o aspecto obscuro da Deusa Inanna e com sua irmã Ereshkigal, Rainha do Mundo Subterrâneo". 

Aparece pela primeira vez no poema sobre Inanna, quando o herói Gilgamesh tala a árvore de Inanna: 
"Gilgamesh golpeou a serpente que não podia ser encantada. O pássaro Anzu voou com suas crias às montanhas; e Lilith aniquilou seu lar e retirou-se aos lugares selvagens e desabitados." 
"Lil" também era a palavra sumero-acádia que designava a "tormenta de pó" ou "nuvem de pó", um termo que também se aplicava aos fantasmas, cuja forma era uma nuvem de pó e cujo o alimento era supostamente o pó da terra. Na língua semítica "liliatu" era então "a criada de um fantasma", porém prontamente se fundiu com a palavra "layil", "noite", e se converteu em uma palavra que se designava a um demônio noturno. A "lílít" do texto hebraico se traduz na versão grega de Septuaginta e por Lamia na Vulgata latina de São Jerônimo. 
As "lamiae" são muito conhecidas nas tradições gregas e latinas, como monstros voadores noturnos, que sempre aparecem sob o aspecto de pássaros. A maioria dos autores, afirma que as lamias são monstros femininos que devoram homens e crianças. Portanto, as lamias e Lilith têm muitos pontos em comum e foram convertidas em "vampiras". No mito hebreu, Lilith, portanto, acumulou sem descanso todas as associações à noite e à morte. é possível que a imagem hebréia de Lilith se baseasse nas imagens de Inanna-Isthar como Deusa das grandes alturas e de grandes profundidades, porém, compreensivelmente rebaixada ao ser percebida desde o ponto de vista de um povo deportado à BABILÔNIA. 
Só há uma referência à Lilit, como coruja, no Antigo Testamento. É encontrada no meio de uma profecia de Isaías. No dia da vingança de Yahvé, quando a terra se envolverá num deserto,"e um sátiro chamará o outro; também ali repousará Lilith e nele encontrará descanso." Inanna e Isthar eram chamadas de "Divina Senhora Coruja" (Nin-nnina Kilili). Isso pode explicar de onde provêm Lilith e porque era representada como uma coruja. Uma versão da Criação de Lilith na mitologia Hebréia conta que Yahvé fez Lilith, como a Adão, porém no lugar de usar terra limpa, "tomou a sujeira e sedimentos impuros da terra, e deles formou uma mulher. Como era de se esperar, essa criatura resultou ser um espírito maligno". 
Lilith se converteu a posteriori na primeira esposa de Adão, cuja presença original nunca terminou de eliminar-se totalmente de de seu segundo matrimônio. O que falhou no primeiro foi obviamente a independência de Lilih e sua igualdade com Adão, por isso depois criou-se Eva. Em conseqüência, a lenda tacha de insubordinação a atitude por parte de Lilith, pois, segundo a história, se negava a aceitar seu "lugar apropriado" que aparentemente era permanecer debaixo de Adão durante a relação sexual: -"Porque teria que ficar debaixo de ti quando sou tua igual, já que ambos fomos criados de barro?", pergunta ela. Adão não sabe contestar essa pergunta, de maneira que, pronunciando o nome mágico de Deus e Lilith se foi voando pelos ares até o Mar Vermelho. Ali dá à luz a mais de 100 demônios por dia Adão fala de sua esposa a Yahvé, e esse enviou a sua procura os três anjos Senoi, Sansenoi e Samanglof, que a encontraram nas margens do Mar Vermelho, onde mais tarde as tropas egípcias seriam engolidas por ordem de Moisés. Lilith se negou a voltar a ocupar seu lugar junto de Adão e ameaça dizendo que possui poder de matar crianças. Então os anjos tentaram afogá-la no Mar Vermelho, porém Lilith advogou em causa própria e salvou sua vida com a condição de jamais causar dano a uma criança recém-nascida de onde viera seu nome escrito. Finalmente Yahvé deu a Lilith, Sammael (Satã), e ela foi a primeira das quatro esposas do diabo e a perseguidora dos recém-nascidos. Mas, em conseqüência dessa fala, a ordem divina se converteu no centro de todas as fantasias de terror que provoca a sensação de indefesa. Lilith poderia aparecer em qualquer momento da noite, ela ou algum de seus demônios, para levar uma criança, aterrorizando os pais dos pequenos. Podia também possuir um homem durante o sono. Esse constataria que havia caído debaixo de seu poder se encontrasse restos de sêmen ao despertar. É difícil evitar concluir que Lilith se converteu em uma imagem de desejo sexual não reconhecido, reprimido e projetado sobre a mulher, que se converte em sedutora. Por todos os lugares foram encontrados amuletos contra o "poder" de Lilith. Através da figura de Lilith, na cultura hebréia, a divisão e polarização próprias da Idade do Ferra da Grande Mãe em seus aspectos, a Deusa que dá a vida e a Deusa que atrai a morte, é levada um pouco mais longe. Ao terror do sofrimento inexplicável que pode manifestar-se sem aviso prévio e se insere uma dimensão nova da demonização da sexualidade.
O mito em Gênesis, estabelece que é a infração do mandamento de Yahvé, e não a sexualidade, a causa da expulsão do Paraíso à condição humana; e o conhecimento do bem e do mal, que alcançaram através da desobediência, tampouco se pode explicar em termos de conhecimento sexual. No entanto, tanto a desobediência como o conhecimento se associaram com a sexualidade porque a primeira coisa que Adão e Eva "viram" quando "seus olhos se abriram" foi que estavam nus. Antes disso, andavam nus e sem vergonha. A nudez, portanto, se converteu em sexualidade pecaminosa, especialmente quando a serpente fálica entra na especulação teológica. Em certas ocasiões a serpente era identificada como Lilith e se desenhava a serpente com um corpo de mulher, interpretando-se que a dita criatura era Lilith. Outras vezes a serpente tinha um rosto como o de Eva. Por esta razão, uma percepção da sexualidade como algo "não divino", invade as lendas de Lilith como aspecto escuro de Eva.
Mas, o papel de Lilith parece não terminar quando se une a Satã, aliás, muito pelo contrário. Segundo Zohar (Hhadasch, seção Yitro, p.29), depois participa da perdição de Adão, ao qual Yahvé (Jehová) concede como segunda esposa a Eva, nascida da sua própria costela, ou seja, à imagem do homem, o reflexo do homem, ou a imagem castrada de Adão. "Depois de que o Tentador (Sammael) houvera desobedecido ao Santíssimo, bendito seja, o Senhor o condenou a morrer". A Cabala faz eco desta tradição (Livro Emek-Ammelehh, XI), que Sammael será castigado: "Esse dia, Yahvé visitará com sua terrível espada a Leviatã, a serpente insinuante, que é Sammael, e a Leviatã, a serpente sinuosa, que é Lilith.
Esse texto nos diz que tão somente Lilith está incluída no castigo junto com Sammael e não as outras três esposas e que, Lilith também apresenta o aspecto de serpente. O que se conclui é que Lilith está reprimida no inconsciente e, quando surge, coloca a sociedade paternalista em xeque. Assim, quando Eva convida Adão para comer a maçã, é das mãos de Lilith que a receberá.

 

Nickname: Steve, Sexta-feira 13 de 1998, email enviado para “Shadow People Fórum”
Olá,

Conheci o seu site, li histórias que outras pessoas enviaram – muito assustador, de fato. Resolvi relatar o estranho acontecimento que ocorreu comigo recentemente. Se você tiverem idéia de algo, por favor, me ajude.

Eu morava em uma cidade chamada Bolton, perto de Manchester, no norte da Inglaterra. Isso cerca de 8 anos atrás, quando eu tinha dezesseis anos. Geralmente muitas coisas estranhas acontecem comigo. Desde deja vu até fenômenos elétricos inexplicáveis eu já presenciei [...]

Pois bem, certa noite eu estava com um amigo meu assistindo TV – estava sentado, na única cadeira perto da TV, e tinha que virar o rosto para o meu amigo, deitado no sofá, para conversar. Ao fazer isso obtinha uma visão completa da sala e, em particular da divisória de vidro que separa a sala principal da sala de jantar. A divisória de vidro é em uma parede entre as salas na altura do meu peito, 1,50cm, e é toda de vidro manchado, impedindo uma visão clara: ao lado dessa divisória há uma porta para o corredor, que é completamente de vidro, porém, de outro material, mais resistente. As luzes estavam apagadas, de forma que apenas luz de TV refletia nas formas do vidro.

Estava passando um programa muito polêmico e lembro que me virei para falar com meu amigo – olhei para ele, mas minha visão foi além, abrangendo toda a sala. Nesse instante foi que observei: atrás da porta de vidro tinha alguém de pé. O temor tomou conta do meu ser. Enquanto olhava, paralisado, “aquilo” deslizou passando a porta e passando por detrás da divisória e sumindo na escuridão da sala de jantar.

Pensei: “Estou ficando maluco?”. Virei novamente para TV, sem dizer nada. Suava frio, já meu amigo, assistia tranquilamente o programa. Me convenci que era minha imaginação. Temia olhar para trás novamente. E não o fiz, até que ocorreu uma interferência no sinal da TV. Os resmungos do meu amigo me fizeram olhar em sua direção novamente. E lá estava “ele”. Desta vez, vi claramente, atrás da partição. Eu estava prestes a voltar meus olhos novamente ao televisor e começar a rezar. Nesse meio tempo, meu amigo curioso, resolveu olhar o que eu tanto observava e ficou absolutamente aterrorizado. Percebi então que não era fruto da minha imaginação, ambos estávamos vendo aquela entidade sinistra.

Fugimos apavorados da casa pulando a janela da sala. Ficamos lá fora até os pais do meu amigo chegar. Falamos que podia haver um ladrão na casa. Eles verificaram cada porta e janela: tudo trancado, exceto a janela da sala, por onde fugimos. Rimos bastante e eu fiz de tudo para esquecer. E esqueci. Pelo menos em partes.

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Mês atrás estava chegando em casa após a faculdade. Entre em casa, desligue o alarme, larguei meu material em cima da mesa e subi para o quarto para telefonar à um amigo. Após 5 minutos no telefone, percebi que alguém havia chegada em casa, pensei que era o meu irmão. Olhei pela visão periférica, ele ficou fora da porta do quarto. Fiquei muito irritado com ele ouvindo, então disse-lhe para sair… mas ele continuou ali, parado. Incomodado com a presença, levantei da cama e fui em direção da porta para fechá-la. Ele não estava mais ali. Comecei a analisar a situação. Uma hora dessas meu irmão ainda deveria estar na faculdade. Nenhuma das duas portas estavam abertas, ficaram trancadas como eu deixei. Não ouvi nenhum movimento. Procurei pela casa toda, nada. Não tinha ninguém em casa. E tudo estava trancado.

Quatro dias depois eu estava em casa sozinho e as lâmpadas do meu quarto haviam queimado após uma tempestade. A única luz que consegui foi a do quarto da frente. Com iluminação reduzida, tive que me ajoelhar frente ao armário para procurar uma roupa para ir dormir. De repente, um frio absurdo tomou o local. Comecei a me sentir mal. As luzes do quarto vizinho começaram a piscar. Ficava hora na sombra, hora na claridade. Senti que estava sendo observado. Olhei para trás e vi “aquilo” deslizando no meio da escuridão. Sai “voando”, atropelando tudo que encontrava pelo caminho, cambaleando pela escadaria, até chegar na porta. Não consigo mais dormi direito. As luzes ficam acesas o dia todo.





13º Andar



Em um edifício comercial em ruínas em algum lugar de Connecticut, há um dos poucos elevadores no mundo que tem um botão chamado 13 entre suas opções de pisos.


Se você entrar depois da meia-noite no elevador e selecionar o botão, ele irá te levar até a lateral de outro edifício, de frente á uma janela, e rastejando pela janela você vai embarcar no lado sul de um edifício, você vai encontrar corredor com muitas portas, apenas uma aberta, com iluminação fluorescente, com um cano de esgoto derramando sulcos pegajosos e negros a partir dele, não á mais nada em todo o resto do edifício.

Ao ir lá pela manhã caminho vai parecer estar em sua maior parte limpo, com azulejos quebrados, sujo e mobilhado como um escritório, vai haver bitucas de cigarro e latas de cerveja amassadas em todo o corredor.

Todos os botões funcionam no elevador, e irão levá-lo à andares desertos. Embora pareça haver uma camada de sujeira em todos os botões de plástico, exceto o botão '13 ', que parece brilhar intensamente.

Se você perguntar á alguém sobre a história daquele lugar

Há uma história sobre um grupo de adolescentes do ensino médio que fizeram uma festa após a sua formatura lá, no início dos anos noventa. Em um jogo um desafio foi feito, e todos cinco deles se empilharam dentro do elevador, e apertaram o botão para o décimo terceiro andar. Quando eles voltaram para baixo outra vez, eles estavam pálidos e tremendo, mas todos eles juraram que não tinha visto nada mais do que um piso de escritório normal, coberto de pó e sombras.

Dois deles morreram em um acidente de carro naquela noite. Outros dois, semanas mais tarde, tomaram um frasco de comprimidos juntos, cortaram os pulsos. O quinto desapareceu da face do planeta dois meses depois. Nenhum deles disse nada do que tinha visto no décimo terceiro nível do edifício.

Mas você pode descobrir se quiser, basta rastejar pela janela e ver por si próprio.
As Irmãs Fox


Em 11 de dezembro de 1847, a família Fox, de origem canadense, instalou-se numa casa modesta em Hydesville, no estado de Nova Iorque. Distante cerca de trinta quilômetros da cidade de Rochester.

O nome da família Fox origina-se do sobrenome "Voss", depois "Foss" e finalmente "Fox". Eram de origem alemã, por parte paterna; francesa, holandesa e inglesa, por parte materna. O grupo compunha-se do chefe da família, Sr. John D. Fox, da esposa Sra. Margareth Fox e de mais duas filhas: Kate, com 11 e Margareth, com 14 anos de idade. O casal possuía mais filhos e filhas. Entre estas, Leah, mais velha, que morava em Rochester, onde lecionava música. Mais tarde Leah escreveria um livro, "The Missing Link" (O Elo Perdido), no qual faz referência às supostas faculdades paranormais de seus ancestrais.

Inicialmente, apenas Margareth e Kate tomaram parte nos acontecimentos paranormais ocorridos naquela casa. Posteriormente, Leah juntou-se a elas e teve participação ativa nos episódios subsequentes aos de Hydesville. Conta a estória que as irmãs Fox conseguiam contactar o mundo dos mortos, através de necromancia. Depois da experiência sobrenatural que passaram em Hydesville.

Os acontecimentos de Hydesville

A fonte mais conhecida e divulgada sobre o ocorrido em Hydesville é o depoimento da Sra. Margareth Fox que consta no livro História do Espiritismo de Arthur Conan Doyle. Que assim foi narrado:

"Na noite da primeira perturbação, todos nos levantamos, acendemos uma vela e procuramos pela casa inteira, enquanto o barulho continuava a ser ouvido quase que no mesmo lugar. Não muito alto, produzia um certo movimento nas camas e cadeiras a ponto de notarmos quando deitadas. Era um movimento trêmulo, mais para um abalo súbito, podíamos perceber o abalo quando de pé no solo. Nessa noite continuou até que dormimos. Eu não dormi até quase meia-noite. Os ruídos eram ouvidos por quase toda a casa. Meu marido ficou à espera, fora da porta, enquanto eu me achava do lado de dentro, e as batidas vieram da porta que estava entre nós. Ouvimos passos na copa, e descendo a escada; não podíamos repousar, então conclui que a casa deveria estar assombrada por um espírito infeliz e sem repouso. Muitas vezes tinha ouvido falar desses casos, mas nunca tinha testemunhado qualquer coisa no gênero, que não levasse para o mesmo terreno.

Na noite de sexta-feira, 31 de março de 1848, resolvemos ir para a cama um pouco mais cedo e não nos deixamos perturbar pelos barulhos. íamos ter uma noite de repouso. Naquela noite fomos cedo para a cama. Achava-me tão alquebrada e sem repouso que quase me sentia doente. Meu marido não tinha ido para a cama quando ouvimos o primeiro ruído naquela noite. Eu apenas havia deitado. A coisa começou como de costume. Eu o distinguia de quaisquer outros ruídos jamais ouvidos. As meninas, que dormiam em outra cama no quarto, ouviram as batidas e procuraram fazer ruídos semelhantes, estalando os dedos.

Minha filha menor, Kate, disse, batendo palmas: "Senhor Pé-Rachado, faça o que eu faço". Imediatamente seguiu-se o som, com o mesmo número de palmadas. Quando ela parou, o som logo parou. Então Margareth disse brincando: "Agora faça exatamente como eu. Conte um, dois, três, quatro" e bateu palmas. Então os ruídos se produziram como antes. Ela teve medo de repetir o ensaio. Então Kate disse, na sua simplicidade infantil: "Oh! mamãe! eu já sei o que é. Amanhã é primeiro de abril e alguém quer nos pregar uma mentira".

Então pensei em fazer um teste de que ninguém seria capaz de responder. Pedi que fossem indicadas as idades de meus filhos, sucessivamente. Instantaneamente foi dada a exata idade de cada um, fazendo uma pausa de um para o outro, a fim de os separar. Depois do que se fez uma pausa maior... três batidas mais fortes foram dadas, correspondendo à idade do menor, que havia morrido.

Então perguntei: "É um ser humano que me responde tão corretamente?" Não houve resposta. Perguntei: "É um Espírito? Se for dê duas batidas." Duas batidas foram ouvidas assim que fiz o pedido. Então eu disse: "Se foi um Espírito assassinado dê duas batidas". Estas foram dadas instantaneamente, produzindo um tremor na casa. Perguntei: "Foi assassinado nesta casa?" A resposta foi como a precedente. "A pessoa que o assassinou ainda vive?" Resposta idêntica, por duas batidas.

Pelo mesmo processo verifiquei que fora um homem que o assassinara nesta casa e os seus restos enterrados na adega; e que a sua família era constituída de esposa e cinco filhos, dois rapazes e três meninas, todos vivos ao tempo de sua morte, mas que depois a esposa morrera. Então perguntei: "Continuará a bater se chamar os vizinhos para que também escutem?" A resposta afirmativa foi alta.

Meu marido foi chamar Mrs. Redfield, nossa vizinha mais próxima. É uma senhora muito delicada. As meninas estavam sentadas na cama, unidas uma à outra e tremendo de medo. Penso que estava tão calma como estou agora. Mrs. Redfield veio imediatamente, seriam cerca de sete e meia, pensando que faria rir às meninas. Mas quando as viu pálidas de terror e quase sem fala, admirou-se e pensou que havia algo mais sério do que esperava. Fiz algumas perguntas por ela e as respostas foram como antes. Deram-lhe a idade exata. Então ela chamou o marido e as mesmas perguntas foram feitas e respondidas.

Então, Mrs. Redfield chamou Mr. Duesler e a esposa e várias outras pessoas. Depois, Mr. Duesler chamou o casal Hyde e o casal Jewell. Mr. Duesler fez muitas perguntas e obteve as respostas. Em seguida, indiquei vários vizinhos nos quais pude pensar, e perguntei se havia sido morto por algum deles, mas não tive resposta. Após isso, Mr. Duesler fez perguntas e obteve as respostas: Perguntou: "Foi assassinado?" Resposta afirmativa. "Seu assassino pode ser levado ao tribunal?" Nenhuma resposta. "Pode ser punido pela lei?" Nenhuma resposta. A seguir, disse: "Se seu assassino não pode ser punido pela lei dê sinais."As batidas foram ouvidas claramente.

Pelo mesmo processo Mr. Duesler verificou que ele tinha sido assassinado no quarto leste, há cinco anos passados, e que o assassinato fora cometido à meia-noite de uma terça-feira; que fora morto com um golpe de faca de açougueiro na garganta; que o corpo tinha sido levado para a adega; que só na noite seguinte é que havia sido enterrado; tinha passado pela despensa, descido a escada, e enterrado a dez pés abaixo do solo. Também foi constatado que o motivo fora o dinheiro.

"Qual a quantia: cem dólares?" Nenhuma resposta. "Duzentos? Trezentos?" etc. Quando mencionou quinhentos dólares as batidas confirmaram.

Alguns vizinhos permaneceram na casa aquela noite. Eu e as meninas saímos. Meu marido ficou toda a noite com Mr. Redfield. No sábado seguinte a casa ficou superlotada. Durante o dia não se ouviram os sons; mas ao anoitecer recomeçaram. No domingo pela manhã os ruídos foram ouvidos o dia inteiro por todos quantos se achavam em casa.

Na noite de sábado, 1º de abril, começaram a cavar na adega; cavaram até dar n'água; então pararam. Os sons não foram ouvidos nem na tarde nem na noite de domingo. Stephen B. Smith e sua esposa, minha filha Marie, bem como meu filho David S. Fox e sua esposa dormiram na casa aquela noite.

Nada mais ouvi desde então até ontem. Antes de meio-dia, ontem, várias perguntas foram respondidas da maneira usual. Hoje ouvi os sons várias vezes.

Não acredito em casas assombradas nem em aparições sobrenaturais. Lamento que tenha havido tanta curiosidade neste caso. Isto nos causou muitos aborrecimentos. Foi uma infelicidade morarmos aqui neste momento. Mas estou ansiosa para que a verdade seja conhecida e uma verificação correta seja procedida. Ouvi as batidas novamente esta manhã, terça-feira, 4 de abril. As meninas também ouviram.

Assinado Margaret Fox

O jogo da meia noite

 

O jogo da meia noite é um velho ritual pagão usado principalmente como punição para aqueles que quebraram as regras da religião pagã em questão. Enquanto é usada principalmente para amedrontar, afim de não ocorrer desobediência aos deuses, ainda assim há uma grande chance de morte para aqueles que jogam o jogo da meia noite, e uma chance ainda maior de seqüelas mentais. É altamente recomendado que você NÃO jogue o jogo da meia noite.
Mas, para aqueles poucos que procuram por um rush de adrenalina ou aqueles que gostam de lidar com rituais obscuros, aqui estão as instruções sobre como jogar. Faça-o por sua conta e risco.


Instruções

Prerequisitos: é necessário que seja exatamente meia noite quando você começar a fazer o ritual, senão não funcionará. Materiais requeridos: vela, uma porta de madeira, no mínimo uma gota do seu próprio sangue, um pedaço de papel, fósforos ou isqueiro e sal. Se você vai jogar com múltiplas pessoas, eles todos precisarão de seus próprios materais e farão os passos citados abaixo separadamente.
Passo um: escreva seu nome completo (primeiro, do meio e sobrenome) num pedaço de papel e ponha pelo menos uma gota do seu próprio sangue no papel. Permita que seja sugado pelo papel.
Passo dois: Desligue todas as luzes da casa. Vá a sua porta da frente, a qual precisa ser de madeira, e ponha o papel com seu nome na frente dela. Agora pegue a vela e acenda. Ponha a vela em cima do papel com seu nome.
Passo três: Bata na sua porta 22 vezes (a hora precisa ser meia noite à última batida), então abra a porta, apague a vela e feche a porta. Você acabou de permitir que o homem da meia noite entre em sua casa.
Passo quatro: Acenda sua vela imediatamente!
Aqui é onde o jogo começa. Agora, você precisa andar pela sua casa, completamente escura , com a vela acesa em suas mãos. Seu objetivo é evitar o homem da meia noite a todo custo até exatamente 3:33 da manhã. Se sua vela se apagar, quer dizer que o homem da meia noite está perto. Você precisa reacender a sua vela nos próximos 10 segundos. Se você não obtiver sucesso, deve fazer um círculo de sal em volta de si mesmo. Se você falhar nisso também, o homem da meia noite vai induzir alucinações do seu maior medo que durarão até 3:33 da manhã. Se você conseguir fazer o círculo, deve ficar dentro dele até 3:33 da manhã. Você deve ficar até as 3:33 da manhã sem ser atacado pelo homem da meia noite ou ser preso no círculo de sal para ganhar o jogo da meia noite. O homem da meia noite irá embora às 3:33 da manhã e você estará seguro para seguir com o seu dia.
Adendo: Indicações que você está perto do homem da meia noite incluem uma queda súbita da temperatura; ver uma figura humanóide, totalmente preta, na escuridão;  e sussuros baixos vindo de fonte indiscernível. Se você sentir qualquer um desses, é recomendando que você saia da área para evitar o homem da meia noite.
Ficar em um ponto pelo jogo todo só vai resultar no homem da meia noite achando você, é altamente recomendando que você continue se movendo durante todo o jogo.
NÃO ligue nenhuma luz durante o jogo da meia noite
NÃO use lanterna durante o jogo da meia noite
NÃO durma durante o jogo da meia noite
NÃO use o sangue de outra pessoa no seu nome
Não use isqueiro ao invés de vela, não irá funcionar.
E definitivamente NÃO tente provocar o homem da meia noite de qualquer jeito.
É isso.
Divirtam-se!

 


SCP-87

Antes de mais nada, você sabe oque é um SCP?? SCP é um conjunto de criaturas e lugares assombrados FICTÍCIOS criados por um conjunto de escritores, que explicam o tipo de criatura e como contê-la. Parecendo assim um RPG escrito onde há documentos fictícios sobre tais criaturas.

Atualmente existem cerca de 2.000 (2 mil) SCP's. Onde aproveitando o sucesso de duas dessas estórias criaram dois jogos. Um deles é o SCP-87, que irei falar agora. -------------------------------

O SCP-87 fala sobre um lugar assombrado, para ser mais especifico uma escadaria em uma universidade que foi isolada, fica escondida atrás de uma grossa porta de metal que fica escondida de trás do ármario do zelador do lugar. Sendo escondida dessa forma justamente para evitar que as pessoas entrem naquele local.

O lugar é bastante escuro e a luz parece ser absorvida, sendo que as escadarias são giratórias, mas não são redondas, cada plataforma segue reta por três metros depois se gira para descer a outra plataforma e assim por diante...

Algumas pessoas já foram enviadas para coletar informações sobre o local e foram registradas gravações de áudio de uma criança quando chegaram aos 200 metros. Essa escadaria é considerada um SCP pois parece não ter fim e a construção é absurda em relação ao edifício, além de sons fantasmagóricos de batidas que o lugar emite, e uma figura fantasmagórica que aparece subindo as escadas que foi chamada de SCP-87-1.

Como eu havia falado no começo do poste existe o jogo desse SCP, é no modelo do jogo Slenderman, mas você não tem que ficar atrás de algum papel ou algo do tipo, você somente deve descer as escadas e ver o clima ficar cada vez mais estranho e tenso, com sons arrepiantes ficando cada vez mais altos, as salas ficando cada vez mais sinistras e de vez em quando pode-se observar vultos passando.

Mas há ainda outro jogo dessa SCP é o chamado SCP-87-B, que possui gráficos inferiores. Mas não fique ai achando que o jogo vai ficar mais chato, muito pelo contrario, o jogo fica ainda mais aterrorizante, saindo um pouco do contesto da estória original SPC-87, o criador desse jogo resolveu colocar em cada andar um labirinto com passagens estreitas que pode acarretar uma sensação de claustrofobia, e as luzes do nada podem ficar mais fracas do que já eram e como se isso não bastasse ainda pode aparecer alguém correndo atrás de você, os efeitos sonoros também são de arrepiar e reagem na hora que alguma coisa for aparecer, sendo assim lhe dando um tremendo susto e fazendo ficar sempre com aquela pergunta: ''O que vai vir agora?''.